DCC/NEC Representation Translations- Portuguese, Mandarin, and Tagalog

[Portuguese]

À medida que conversas importantes sobre equidade e representação estão finalmente acontecendo ao redor do país, muitos de nós começamos a avaliar mais de perto nossas vidas pessoais e as organizações às quais pertencemos.


Como uma organização em busca de representar todos os alunos de escolas de ensino médio no MCPS, essa conversa se torna ainda mais importante na Associação Regional de Governo Estudantil do Montgomery County (MCR-SGA).


O MCR está trabalhando diligentemente para reconhecer as disparidades e falhas sistêmicas dentro da organização; começando conversas nas reuniões do conselho executivo e falando diretamente com alunos que têm sido afetados. Ao invés de somente ter essas conversas com aqueles já representados, o MCR entende e continua a reconhecer que incluir as vozes daqueles sub-representados é extremamente importante nesse processo.


Em uma entrevista conduzida pelo Departamento de Relações Públicas, a Deputada Abigail Leibowitz sentou com alunos do DCC: Christian Estrada (aluno de terceiro grau na Northwood HS) e Avery Smedley (aluna de terceiro grau na Einstein HS) e alunos do NEC: Alex Nguyen (aluno de segundo grau na Springbrook HS), Quynhan Nguyen (aluna de primeiro grau na Blake HS), Holly Tran (aluna de segundo grau na Paint Branch HS) para trazer à mesa as vozes das áreas DCC e NEC -- regiões historicamente sub-representadas.


Um tema subjacente entre todos os entrevistados foi a falta de divulgaçāo do MCR e do MCJC, a falta quase completa de transparência sobre o que exatamente o MCR faz, o fato que as organizações nāo consultam alunos sobre problemas que os afetam, uma publicidade não intencional, e uma cultura intimidadora e exclusiva.


Perguntado se alunos na escola dele sabem o que é o MCR, Christian disse de jeito nenhum - “talvez 7% dos alunos de Northwood já ouviram falar do MCR.” O Alex assinalou que só aqueles no governo estudantil ou conselho de classe na Springbrook sabem o que é o MCR, e mesmo no mococonnects, só alguns sabiam o que era o MCR. A Quynhan mencionou que “apesar de termos uma cultura forte de ativismo na Blake, quase ninguém sabe o que é o MCR, ultimamente sendo a razão de não ter havido nenhuma aplicação ao MCR da Blake.” A Avery reconheceu que a Einstein é racialmente segregada, e que “enquanto os alunos brancos talvez conheçam o MCR, alunos não-brancos e especialmente alunos do ESOL nunca ouviram falar da organização.”


Para melhorar a publicidade/divulgação para as escolas do DCC e recrutar mais alunos do DCC, o Christian e a Avery sugeriram usar professores. Christian mencionou que “comunicação com funcionários escolares para propagar a mensagem é vital - professores e outros funcionários são nossos principais recursos de informação.” Ainda mais, ele pediu um “Minuto do MCR” parecido com o minuto do SMOB. A Quynhan sugeriu achar alunos de áreas sub-representadas para recrutar alunos de suas regiões, já que alunos são muito mais receptíveis às suas próprias comunidades e amigos - afinal, Quynhan ouviu do MCR via amigos dela no NEC. O Alex sugeriu que o MCR precisa informar os alunos dos problemas presentes no condado. Ele elaborou que “se os alunos do NEC soubessem sobre o estudo sobre as fronteiras escolares, a auditoria antirracista, ou SROS, eles estariam mais envolvidos. Os alunos não sabem que os SRO’s estão nas escolas então eles não se importam. Se eles soubessem, eles seriam a favor de removê-los.”


Christian divulgou os sentimentos dele: “várias vezes, o MCR fala sobre ‘querer de-segregar escolas’ e ‘acabar com a lacuna de oportunidade’” mas ele “nunca viu mudança notável ou divulgação - os alunos da RM estão falando sobre os nossos problemas e como solucioná-los, como salvadores. E, essa conversa é muitas vezes ouvida durante a temporada de eleições e aí nunca falam com a gente de novo.” Isso é exatamente o porquê do MCR estar esforçando-se em reconhecer os alunos do DCC e NEC quando se fala sobre esses assuntos.

Para entender as preocupações reais dos alunos do DCC e do NEC, várias ferramentas podem e devem ser usadas. O Christian sugeriu circular pesquisas para o DCC que os membros dos governos estudantis possam repassar ao corpo estudantil e compartilhar com seus amigos. Além disso, ele defendeu ter mais eventos nas escolas do DCC e fazer esses eventos serem abertos a todos os alunos, com uma opção de se registrar no mesmo dia do evento. Isso imediatamente despertaria os interesses dos alunos já que eles iriam à escola e alunos que de outra forma nunca seriam expostos ao MCR ficariam curiosos. O Alex similarmente expressou que pontos de contato devem ir além dos governos estudantis - forças-tarefas lideradas por alunos nas escolas do NEC devem ser estabelecidas para comunicar as preocupações dos alunos.


Ter eventos mais próximos do DCC/NEC não só causaria uma sabedoria maior sobre as preocupações dessas áreas, mas também faria o MCR significativamente mais inclusivo e acessível. A Quynhan explicou que quando “o MCR ficava em Rockville às 7 da noite de terça-feira, não havia nenhum jeito de um aluno do NEC com pais que trabalham ir à essas reuniões.”


A Avery detalhou que a primeira etapa em representar as preocupações do DCC é a transparência - uma ferramenta essencial que ela vê como um problema enorme no MCR. A Avery disse: “Delegados e representantes precisam consultar as escolas e perguntar como eles deveriam votar. Eu nunca ouvi ninguém perguntar à Einstein como os representantes deles deveriam votar.” Ela elaborou ainda mais que mesmo sendo mais transparente e implementando mais ferramentas de divulgação, ela ainda é muito privilegiada sendo de classe média e sabe que esses recursos iriam chegar a ela muito mais facilmente que aos alunos mais afetados e que o MCR precisa fazer um esforço intencional. A Holly similarmente expressou que “embora haja pessoas da Paint Branch no MCR, eles não trazem a informação de volta, e não sabemos quais problemas estão sendo discutidos.”


Além de implementar ferramentas de divulgação e aumentar a transparência, a Avery expressou que a cultura do MCR deveria mudar - as primeiras regras de organização comunitária são poder do povo e criar um espaço onde qualquer pessoa que queira se juntar seja bem-vinda. O MCR, contudo, tem uma reputação de “exclusividade e pessoas são afastadas, principalmente aquelas que não se envolveram no MCJC porque não há nenhum processo para manter os alunos atualizados.” Na mesma linha, o Christian mencionou que ele acha que “se você não começou no sexto ano, ou saiu do útero com advocacia estudantil” o MCR é inacessível a você. Portanto, ele defende a divulgação do MCJC como um componente crucial para recrutar alunos do DCC para a advocacia estudantil e mudar essa cultura. Ele diz que “se o MCJC falar mais com as escolas secundárias do DCC como a SSI e a E Brooke Lee, isso fará com que eles comecem cedo” e lhes dará a mesma vantagem que os alunos da RM e outras escolas já têm faz tempo.


O Alex também disse que ele acha que o MCR só é amigável aos membros do MCR. Para conectar com alunos reais das escolas do NEC, o MCR deve olhar além dos governos estudantis de cada escola e conectar diretamente com o corpo estudantil porque o governo estudantil não é representativo do corpo estudantil. Além disso, ele defendeu abordar a barreira de qualificações que vários alunos sentem. A Ria e a Avery similarmente elaboraram na síndrome de impostor que vários alunos não-brancos e do DCC sentem em lugares como o MCR.


Embora a estrada à representação e inclusividade seja enrolada, irregular, e complicada, ouvir as vozes do DCC e NEC e usar as sugestões delas é o primeiro passo. Nós reconhecemos o trabalho que temos que fazer, e nos comprometemos a combater cada obstáculo que se encontra no caminho à representação.


[SPANISH]

A medida que las conversaciones críticas sobre la equidad y la representación están tomando lugar entre toda la nación, muchos de nosotros hemos comenzado a evaluar más cerca a través de nuestras propias vidas y las organizaciones que nos pertenecemos.


Como una organización buscando a representar a todos los estudiantes de escuelas secundarias en MCPS, esta conversación se vuelve aún más crucial en la Asociación de Gobierno Estudiantil Regional del Condado de Montgomery (MCR-SGA).


MCR está trabajando diligentemente para reconocer las disparidades y los defectos sistemáticos dentro de la organización; comenzando con discusiones en las reuniones de la junta ejecutiva y hablando directamente con estudiantes que han sido afectados. En lugar de solo tener conversaciones entre los representados, MCR se da cuenta y sigue reconociendo que las voces de los sub-representados son muy importantes en el proceso y deben ser incluidas.


En una entrevista realizada por el Departamento de Relaciones Públicas, diputada Abigail Leibowitz se sentó con estudiantes del DCC: Christian Estrada (Senior en Northwood HS) y Avery Smedley (Senior en Einstein High School) y estudiantes del NEC: Alex Nguyen (Junior en Springbrook High School), Quynhan Nguyen (Sophomore en Blake High School), Holly Tran (Junior en Paint Branch High School), y Ria Endishaw (Sophomore en Springbrook High School) para traer las voces de estudiantes desde el DCC y NEC - regiones históricamente sub-representadas - a la mesa.


Un tema subyacente entre todos los entrevistados fue la falta de MCR y MCJC alcances, cerca de ninguna transparencia sobre el propósito de MCR, una falta de consulta para hablar sobre los problemas afectando los estudiantes, publicidad involuntaria, y una cultura intimidatoria y exclusiva.


Cuando fueron preguntados si los estudiantes de sus escuelas eran conscientes sobre MCR, Christian dijo que absolutamente no - "tal vez 7% de los estudiantes de Northwood han oído sobre lo". Alex señaló que sólo los estudiantes de SGA o consejo de estudiantes en Springbrook eran conscientes. Fue el mismo caso dentro de mococonnects. Quynhan mencionó que "a pesar de una fuerte cultura de activismo en Blake, casi nadie sabe que MCR es, explicando la falta de solicitudes para MCR desde Blake High School". Avery reconoció que Einstein está segregado racialmente. Por eso, "estudiantes blancos del Einstein podrían saber lsobre MCR, pero en muchos casos, los estudiantes de color y especialmente los de ESOL nunca han oído sobre la organización.”


Para mejorar la publicidad y el alcance a escuelas de DCC y reclutar a ellos, Christian y Avery sugirieron a utilizar los profesores. Christian mencionó que "la comunicación para correr la voz es crucial: los profesores y personal son nuestro recursos principales para información". Además, Christian abogó por un "minuto MCR" similar al minuto SMOB. Quynhan sugirió que representantes de las zonas subrepresentadas reclutan a otros estudiantes de sus zona, ya que ellos serían más receptivos a sus propias comunidades y a sus amigos; después de todo, Quynhan había oído sobre MCR a través de sus amigos en NEC. Alex sugirió que MCR tiene que informar a los estudiantes sobre los problemas que ocurren en el condado. Añadió que "si los estudiantes del NEC conocieran el estudio de límites, la auditoría antirracista y la SROS, ellos se involucraron. Los estudiantes no saben que los SRO's están en las escuelas, así que no se preocupan. Si lo supieran, estarían a favor de eliminarlos".


Christian reveló sus sentimientos diciendo que "muchas veces, MCR habla de cómo "queremos eliminar la segregación en las escuelas" y "acabar la brecha de oportunidades", pero Christian "nunca ha visto un cambio notable o un alcance - los estudiantes de RM hablan sobre nuestros problemas y cómo solucionarlos, como si fueran salvadores. Y, esta conversación es sólo prevalente durante la época de elecciones y luego no se vuelven". Precisamente por eso, MCR está esforzándose para reconocer a los estudiantes de DCC y NEC en participar en estas conversaciones.


Para entender las preocupaciones reales de los estudiantes del DCC y NEC, hay varias herramientas que pueden y deben ser utilizadas. Christian sugirió la distribución de encuestas en el DCC, donde SGAs puedan compartirlos con el cuerpo estudiantil y con sus amigos. Además, abogó por organizar más eventos en las escuelas de DCC y permitir que estén abiertos para todos los estudiantes, incluyendo la opción de inscripción el mismo día. Esto atraerá inmediatamente el interés de los estudiantes cuando lleguen a la escuela y los estudiantes que de otro modo nunca habrían estado expuestos a MCR comenzarán a sentir curiosidad. Alex también expresó que los puntos de contacto deben ir más allá de la SGA - los grupos de trabajo de los estudiantes en las escuelas de NEC deben establecerse para comunicar las preocupaciones de los estudiantes.


Además de comprender mejor las preocupaciones del DCC/NEC, el hecho de organizar eventos más cercanos hará que MCR sea más inclusiva y accesible. Quynhan explicó que cuando "la MCR estaba en Rockville los martes por la noche a las 7, no había una manera de que un estudiante en NEC con padres trabajadores pudiera llegar a esas reuniones."


Avery detalló que el primer paso para representar las preocupaciones de la DCC es la transparencia - una herramienta esencial que, en su opinión, es un gran problema entre MCR. Avery dijo: ¨Delegados y representantes necesitan consultar a escuelas y preguntarse cómo deben votar.¨ Elaboró que a pesar de ser más transparente e implementando más herramientas de alcance, Avery sabe que es muy privilegiada de ser parte de la clase media, obteniendo recursos más fácilmente que los estudiantes más afectados. Por eso, MCR necesita tomar esfuerzos intencionales para ayudarles. Similarmente, Holly expresó que ¨aunque hay gente de Paint Branch en MCR, ellos no transmiten información de nuevo y por eso, no sabemos los problemas discutidos en la mesa.¨


Además de implementar herramientas de alcance y aumentar transparencia, Avery expresó que la cultura de MCR debería cambiar - las primeras reglas de la organización comunitaria son el poder del gente y creando un espacio disponible para todos interesando en ser parte de MCR. Sin embargo, MCR tiene una reputación de ¨exclusividad y la gente se ve empujada, especialmente aquellos que no han estado involucrados desde M